DIY things to do:
1. American flag shorts (♥)
2. Camiseta surpresa
3. Regatinha de bigode
4. Pumps de glitter rosa pálido
5. Salto preto de sola de glitter vermelho
6. Pump com spikes
7. Camisa-vestido-de-amarrar
8. Boyfriend jeans shorts
9. Bolso de tachinhas no jeans
10. Torta de aniversário
Tô maluca pra comprar os materiais e começar isso logo, ai é muito amoor! hahaha
Vou abrir uma loja e ficar rica.
Não sei se estou muito errada, mas me parece, pelo que leio em muitos dos blogs que sigo, que uma das maiores diversões do twitter são as confusões, brigas e arranca-rabos que acontecem
O pontapé inicial é a maior variável do jogo: Pode ser uma fofoca, um twit maldoso/infeliz, um rt que desagradou, opiniões conflitantes sobre absolutamente qualquer coisa - especialmente se vier do seu ~arqui inimigo~ virtual (ou de vários deles, sei lá). Então, a partir daí se desenrola uma discussão infinita onde todo mundo pode meter a colher e o bedelho e falar o que quiser, afinal, o tuíter tá aí pra isso mesmo, twitou aguenta! E eu não tenho nada a ver com isso, só tenho um twitter bem mal das pernas pra participar das promoções dos blogs que acompanho (e muito infelizmente nunca ganho D: ), a coisa é que todo arranca-rabo de twitter desse gênero se desenrola pro mesmo lado - o tal lado que eu quero dar opinião.
Em algum ponto da 'briga', ela de desprende de seus motivos originais e deixa de fazer todo e qualquer sentido, passa pra agressão mesmo, vira competição de quem xinga mais e melhor: Puta, gord@, fei@, mal-amad@, mal-comida, babaca, ridículo, sem-vergonha, vadia, biscate e outros muitos que tenho certeza que todo mundo conhece.
E é mais ou menos aí que entra o fenômeno 'vou contar pra minha mãe'.
Vou explicar. Sabe quando você vê duas criancinhas juntas e uma perturba a outra incessantemente, teimosamente, repetidamente até arrumar confusão? E aí quando a outra criança se irrita e dá-lhe um tapa/beliscão/puxão de cabelo, a criança-chata-azucrinadora começa a chorar e fala: Aaaai, machucou! Vou contar pra minha mãe!', tentando intimidar o outro e fugindo da raia? E muitas vezes a outra criancinha, coitada, que foi instigada a reagir compulsivamente, sai correndo atrás da azucrinadora pedindo desculpas?
Então, no twitter acontece a versão crescidinha desse cenário.
Depois de chamar outra pessoa por nomes que até o capeta ficaria com pena, falar todo tipo de absurdo e perder completamente qualquer linha argumentativa razoavelmente lógica, a pessoa (muito comumente a que começou a bagunça, mas isso não é o mais importante)
Elas sentem prazer dizendo isso, se sentem poderosas, tentando intimidar o outro. É a versão ~adulta~ do 'vou contar pra minha mãe'. Não precisa ter motivo. Qualquer coisa é razão pra esse misterioso processo que, na esmagadora maioria das vezes, nunca passa daquele twit. É uma tentativa meio falha de fazer o outro voltar atrás com base na intimidação, no medo de levar uma ação judicial nas costas.
Infelizmente pra essas pessoas, já ficou meio manjada a cartada de chamar a mamãe ou o judiciário no twitter, então na maioria das vezes não passa de um tiro n'água.
Agora, qual é a graça de gastar seu tempo num microblog onde o ponto alto são esses arranca-rabos, eu não consigo entender.
Alhos e safiras na lama
Coagulam o eixo fixo.
O arame que vibra no sangue
Canta sob inveteradas cicatrizes
Apaziguando guerras há muito esquecidas.
A dança ao longo da artéria
A circulação da linfa
Estão representadas no rumo dos astros
Elevam-se ao verão na árvore
Nós movemo-nos acima da árvore em movimento
Na luz sobre a folha imaginada
E ouvimos no solo molhado
Lá em baixo, o cão de caça e o javali
Prosseguirem o seu ciclo como antes
Mas reconciliados no meio dos astros.
T.S. Eliot, desejo do dia.
Enfim, vou ver se amanhã faço o post super contentinho que eu estava planejando fazer agora de madrugada porque nem rola de escrevê-lo nesse mood de 'mimimi a vida é uma merda mimimi'.
Aff.
2- Blazers
Eu não tenho nada pra falar, na verdade, nem sei porque eu to escrevendo esse pseudo-post. Não é nem tédio, eu podia estar terminando meu livro. Podia estar escrevendo isso no meu 'diário' também, mas eu perdi minha caneta nova - de novo - e isso sempre me deixa muito puta. Canetas, prendedores de cabelo e clip de papel são coisas que simplesmente desaparecem da gaveta. Literalmente.
To estudando/lendo muita coisa ultimamente. Não to curtindo a maioria, ou melhor, não estou curtindo as sensações que me provocam. Tenho lido muito sobre os mais diversos preconceitos e tentado rever alguns conceitos, posturas, mas tudo sempre parece meio pointless quando você vê as proporções a que chegam essas idéias retrógradas e a magnitude do efeito das atitudes que elas geram na vida das pessoas... É muito difícil nadar contra a corrente com esse sentimento de inutilidade. Especialmente porque vem de todo lado e uma vez que você desperta esse senso crítico, tantas coisas que antigamente eram só 'ridículas' ou 'desnecessárias' começam a se tornar ofensivas de verdade. É bizarro.
(e agora tem um homem muito afetado pelas dorgas mandando aleatoriedades no meu facechat, madrugada de domingo é uma coisa linda)
Tentando não me perder do assunto, né, quanto mais eu me afundo nas Eliane Brum da vida, nas Nádia Lapa, nas Lolas, mais minha 'fé' desaparece, não por elas, que tem excelentes textos, inteligentíssimos, mas pelo que expõem. Quando eu ia na terapeuta do meu pai, a Bernadete - ele é psicólogo né, claro que ele acha isso importante, e às vezes é bom mesmo -, ela me disse que eu tinha 'tendências sociopatas'. Convenhamos, é meio difícil não odiar essa sociedade, não odiar fazer parte dela e não odiar conseguir não fazer parte. No entanto, qualquer outra idéia proposta é utópica. Inviável. É natural e - pior dos piores - não é só do ser humano. A natureza em si, apesar do seu 'equilíbrio perfeito' é cruel, animais também tem ganância, também roubam, também matam, também matam filhotes, também comem outros animais. Claro que o ser humano é 'pior', suas ações são numa escala incalculavelmente maior, mas em essência é tudo a mesma coisa.
A vida é extraordinária, linda e má. Feroz, não sei.
Um grãozinho de areia não pode mudar a praia. E nenhuma praia nunca muda por causa de um único grãozinho de areia. E aí vem a impotência.
Mas e os meus preconceitos e as minhas ações? São cadenciadas, são resultados, claro. Dá pra mudar? Será que depois de quase vinte anos ouvindo que cabelo bom é cabelo liso, brilhante, 'sedoso', algum dia eu vou olhar pra um cabelo diferente, um cabelo de negro, um cabelo supostamente "ruim" e achar bonito? E não vou ter nojinho de celulite (que eu mesma tenho a rodo e detesto)? Não sei. Posso identificar que deveria, que tudo tem seu motivo de ser e que não tem muito essa de melhor ou pior. E não é questão de gosto, porque há uns bons séculos atrás ninguém queria saber das magricelas, o negócio era ter carne. É cultural. É um negócio multi-milionário fazer você acreditar que não é bom o suficiente, te deixar insatisfeito para que você consuma como se fosse fundamental coisas que você não precisa.
Maquiagem, lipo, escova progressiva, plástica, creme rejuvenecedor, creme anti-acne, creme anti-celulite, hidratante, creme anti-estria, óleos, bronzeadores, clareamento dentário, creme anti-frizz/volume, gel tonificante, silicone, drenagem linfática, botox e por aí vai. É muito dinheiro e a gente 'não vive sem isso'! Tudo só pra enfatizar mais um pouquinho nosso papel decorativo na sociedade.
Aí me falam que 'ah, mas não faz mal pra ninguém, só pro bolso'. A pergunta é sempre a mesma: Qual foi a última mulher que você viu cem por cento satisfeita com a sua aparência? Eu nunca conheci UMA. Tem sempre um pneu, uma celulite ali, uma flacidez aqui, uma ruga, um nariz... A coisa é tão psicótica que tem meninas - e meninos, porque não - que se auto-flagelam por isso. Alguém tem noção de quanto sofrimento é preciso pra alguém pegar um estilete e cortar o próprio braço? Ou, de experiência própria, se sentir tão mal que precisa enfiar uma escova de dente lá dentro da goela pra cuspir o que comeu? Não é pouco. Tá fazendo mal sim e muito.
Tão mal que numa universidade do brasil pública e respeitada alunos pegaram as gordas da faculdade e fizeram um rodeio de gordas. Engraçadíssimo né? Só que não. É sério. Os garotos subiam nas costas dessas mulheres e apostavam quem conseguia ficar mais tempo até ser derrubado. Isso não é crueldade? Você rebaixar o outro a uma condição menor que a de um ser humano pelo simples fato dela não se enquadrar nos seus padrões estéticos é desprezível na melhor das palavras. Negros não são macacos, nem ladrões, nem feios, nem sujos, nem muito menos menos 'bom caráter' que os brancos.
E eles são alvos de crimes de ódio. Mulheres são alvos de crimes de ódio. Homossexuais são alvos de crime de ódio. Gordos são alvos de crimes de ódio. Ateus são alvos de crimes de ódio. Idosos são alvos de crimes de ódio.
Quem é 'normal' e 'bom' então? A sociedade é quebrada e todo mundo carrega isso em maior ou menor grau. Masculinistas, racistas, qualquer tipo de extremista, em maior grau, mas todo mundo carrega um pouco disso. E eu sou obrigada a gostar? Acho que não né.
Nem sei se eu estou fazendo algum sentido, quero dizer, eu estou resmungando sobre um monte de coisas e só.
Ainda tento, sinceramente, me focar nas partes boas, no incrível, no colorido, no lúdico. Mas prefiro tirar alguns bons momentos pra refletir e tentar mudar e não mais engolir qualquer merda que leia/ouça/assista. E não mais tirar conclusões precipitadas graças a valores estúpidos. É o mínimo que qualquer um - QUALQUER um - devia fazer.
Boa noite.
- Mood:
irritated
'Faz, faz, faz!'
'Ah tá bom, vou fazer, mas pequenininho, só pra gente!'
'É, só pra gente!'
'Ok, então eu você, fulano e cicraninha. Ah, pera, mas tem sei-lá-quem também. E aquela menina é uma fofa. Hmm, mas se eu chamar, tem que chamar o namorado. Bom, ela não deve poder ir mesmo, não tem problema. Tem meu namorado. E os amigos dele, são uns fofos, tem que chamar. E tal pessoa ... AAAAAAAAAAAAAH, that's exactly why I don't fucking want it! Quer saber, que seja, vou sozinha, não quero saber de ninguém.'
#São quatro da manhã e eu não to dormindo, que feliz.
1 - Queijo Brie
2 - Sorvete de queijo com torta alemã
3 - The Walkin Dead
4 - Garfield
5 - The Offspring
6 - Café
7 - Cachaça
8 - Koalas
9 - Pandas
10 - Porquinhos gordos
11 - Gangorra
12 - Balanços eróticos (HAHAHA)
13 - Mortais
14 - 212
15 - Golden Retriever
16 - O Snow
17 - Propaganda de pasta de dente
18 - The Big Bang Theory
19 - 'Bfffff' na barriga
20 - São Pedro
21 - Damasco
22 - Chapéus
23 - Nirvana
24 - Cheddar home-made
25 - Toddynho
(Falta do que fazer é uma tristeza .. E são só 11 da manhã ainda, hein!)
- Music:Pretty fly for a white guy - The Offspring
'Veja!
Não diga que a canção
está perdida,
tenha fé em Deus,
tenha fé na vida.
Tente outra vez!
Beba!
Pois a água viva
ainda tá na fonte.
Você tem dois pés
para cruzar a ponte,
nada acabou!
Tente!
Levante sua mão sedenta
e recomece a andar,
não pense
que a cabeça agüenta
se você parar,
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!
Há uma voz que canta,
uma voz que dança,
uma voz que gira,
bailando no ar!'



- Music:Tente outra vez - Raul Seixas
É a tradução do manuscrito original de Charles Dogson de Alice no país das maravilhas! A edição - que é lindíssima, de capa dura, toda imitando um estilo clássico antigo que dá um charme todo especial - vem com um livrinho escrito por duas das principais responsáveis pela tradução e design do livro contando sua história, de como o autor na verdade criou a aventura não afim de vendê-la, mas inventado histórias para três menininhas numa tarde de verão em um barco por pura diversão.
O livro é todo detalhado. A letra manuscrita de Dogson foi recriada digitalmente e as ilustrações originais do autor foram mantidas, as páginas são de papel grosso e amarelado, com uma casual mancha aqui e ali para dar uma aparência velhinha e os arabescos da capa de dentro são muito bonitos. Tudo feito com um carinho tão grande que me encantou e eu comprei, gastando - literalmente - até o último centavo que eu tinha no bolso do short!
A história - que eu já praticamente devorei de ontem pra hoje - é um pouquinho diferente do que conhecemos como Alice no país das maravilhas. Aventuras de Alice no subterrâneo é menor, tendo dez capítulos, ao invés de doze, e não possui algumas das cenas mais clássicas do sucessor, como a conversa com o Cheshire cat, já que elas foram adicionadas posteriormente, quando Charles decidiu que publicaria o livro e assumiu o pseudônimo de Lewis Carroll, mas vale super a pena!
Uma delícia (:
- Music:All in the golden afternoon - Alice in Wonderland ♫